Escrevi uma crítica do filme "Control" (2007), baseado na vida de umas das vozes mais melancólicas da música: o poeta perdido IAN CURTIS, vocalista da banda pós-punk JOY DIVISION. Curtis cometeu suicídio em 1980, deixando um legado de belas canções e poesia.
Clique aqui para conferir o texto no site Cinema com Rapadura.
Trailer do filme "Controle - A História de Ian Curtis"
Segue abaixo as dicas para a construção de um planeta sustentável, dispostas no final de "UMA VERDADE INCOVENIENTE", projeto que ganhou o Oscar de Melhor Documentário em 2007. O filme traz o político norte-americano AL GORE (aquele mesmo que sofreu a "fraude" que acabou elegendo George W. Bush) apresentando dados alarmantes sobre o aquecimento global. Vale a pena dar uma conferida na produção e tentarmos a cada dia assimilarmos e difundirmos tais idéias, pois as freqüentes catástrofes no mundo, como enchentes, terremotos, entre outros, são sinais evidentes de que nossa belíssima "casa" está em processo significativo de mudança.
Recebi um e-mail a respeito da possibilidade de desativação do site DOMÍNIO PÚBLICO, uma biblioteca digital desenvolvida em software livre disponibilizada pelo Ministério da Educação. A informação de que a biblioteca poderia ser desativada por falta de acessos foi repassada também pelo site do Jornal O Globo, mas algumas pessoas afirmam que a mensagem não passa de um HOAX, um boato difundido pela Internet. Boato ou não, é dever divulgar o site por aqui, pois trata-se de uma boa base de dados para a difusão da Literatura. Além de textos e livros na íntegra, estão disponibilizados também arquivos em áudio e vídeo. Já baixei algumas obras por lá e vale a pena!
Clique aqui para visitar a página do Domínio Público.
Cito o singular poema de Castro Alves como um dos textos que apreciei por lá.
A UMA TAÇA FEITA DE UM CRÂNIO HUMANO Castro Alves
Não recues! De mim não foi-se o espírito...
Em mim verás — pobre caveira fria —
Único crânio que, ao invés dos vivos,
Só derrama alegria.
Vivi! amei! bebi qual tu: Na morte
Arrancaram da terra os ossos meus.
Não me insultes! empina-me!... que a larva
Tem beijos mais sombrios do que os teus.
Mais val guardar o sumo da parreira
Do que ao verme do chão ser pasto vil;
—Taça — levar dos Deuses a bebida,
Que o pasto do reptil.
Que este vaso, onde o espírito brilhava,
Vá nos outros o espírito acender.
Ai! Quando um crânio já não tem mais cérebro
... Podeis de vinho o encher!
Bebe, enquanto inda é tempo! Uma outra raça,
Quando tu e os teus fordes nos fossos,
Pode do abraço te livrar da terra,
E ébria folgando profanar teus ossos.
E por que não? Se no correr da vida
Tanto mal, tanta dor ai repousa?
É bom fugindo à podridão do lado
Servir na morte enfim p'ra alguma coisa!...