Sexta-feira, Junho 06, 2008

CRÍTICA DE "CONTROLE - A HISTÓRIA DE IAN CURTIS"

Escrevi uma crítica do filme "Control" (2007), baseado na vida de umas das vozes mais melancólicas da música: o poeta perdido IAN CURTIS, vocalista da banda pós-punk JOY DIVISION. Curtis cometeu suicídio em 1980, deixando um legado de belas canções e poesia.

Clique aqui para conferir o texto no site Cinema com Rapadura.

Trailer do filme "Controle - A História de Ian Curtis"

posted by Barfly | 9:15 PM
Comentários:

Quinta-feira, Junho 05, 2008

DIA DO MEIO AMBIENTE: DICAS

Segue abaixo as dicas para a construção de um planeta sustentável, dispostas no final de "UMA VERDADE INCOVENIENTE", projeto que ganhou o Oscar de Melhor Documentário em 2007. O filme traz o político norte-americano AL GORE (aquele mesmo que sofreu a "fraude" que acabou elegendo George W. Bush) apresentando dados alarmantes sobre o aquecimento global. Vale a pena dar uma conferida na produção e tentarmos a cada dia assimilarmos e difundirmos tais idéias, pois as freqüentes catástrofes no mundo, como enchentes, terremotos, entre outros, são sinais evidentes de que nossa belíssima "casa" está em processo significativo de mudança.

posted by Barfly | 3:36 PM
Comentários:

Terça-feira, Junho 03, 2008

BIBLIOTECA DIGITAL AMEAÇADA?

Recebi um e-mail a respeito da possibilidade de desativação do site DOMÍNIO PÚBLICO, uma biblioteca digital desenvolvida em software livre disponibilizada pelo Ministério da Educação. A informação de que a biblioteca poderia ser desativada por falta de acessos foi repassada também pelo site do Jornal O Globo, mas algumas pessoas afirmam que a mensagem não passa de um HOAX, um boato difundido pela Internet. Boato ou não, é dever divulgar o site por aqui, pois trata-se de uma boa base de dados para a difusão da Literatura. Além de textos e livros na íntegra, estão disponibilizados também arquivos em áudio e vídeo. Já baixei algumas obras por lá e vale a pena!

Clique aqui para visitar a página do Domínio Público.

Cito o singular poema de Castro Alves como um dos textos que apreciei por lá.

A UMA TAÇA FEITA DE UM CRÂNIO HUMANO
Castro Alves

Não recues! De mim não foi-se o espírito...
Em mim verás — pobre caveira fria —
Único crânio que, ao invés dos vivos,
Só derrama alegria.

Vivi! amei! bebi qual tu: Na morte
Arrancaram da terra os ossos meus.
Não me insultes! empina-me!... que a larva
Tem beijos mais sombrios do que os teus.

Mais val guardar o sumo da parreira
Do que ao verme do chão ser pasto vil;
—Taça — levar dos Deuses a bebida,
Que o pasto do reptil.

Que este vaso, onde o espírito brilhava,
Vá nos outros o espírito acender.
Ai! Quando um crânio já não tem mais cérebro
... Podeis de vinho o encher!

Bebe, enquanto inda é tempo! Uma outra raça,
Quando tu e os teus fordes nos fossos,
Pode do abraço te livrar da terra,
E ébria folgando profanar teus ossos.
E por que não? Se no correr da vida

Tanto mal, tanta dor ai repousa?
É bom fugindo à podridão do lado
Servir na morte enfim p'ra alguma coisa!...

posted by Barfly | 8:28 PM
Comentários:
arquivos

links:

Cinema com Rapadura
Homens do Pântano
DanielOg
Diário de BARdo
Maior Abandonada
Suspiro Sem Cortes
Blog do Nervoso